14/03/2016

Startups brasileiras expõem projetos na feira SXSW, nos EUA

Cerca de dez startups brasileiras mostram seus produtos e serviços no espaço da Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, na feira de tecnologia do South By Southwest Interactive. A maioria está nos estágios iniciais de desenvolvimento. Conheça a história de três delas.

Lemonade

Thiago Krieck, fundador da Lemonade, mostra um slide com a linha do tempo prevista para sua empresa. Em 2019 está prevista a expansão internacional, mas o aplicativo da Lemonade nem sequer foi lançado.

Este ambicioso empreendedor de Blumenau, Santa Catarina, desenvolveu uma plataforma para que empresas se relacionem com seus consumidores usando tecnologias de ponta sem ter de começar do zero. Em vez de desenvolver, lançar e promover seus próprios aplicativos, diz Krieck, as empresas podem criar e hospedar suas campanhas de marketing no app Lemonade.

Hometeka

Hometeka é o novo nome do Bim.bon, um dos maiores marketplaces de arquitetura e decoração do país. Mas a empresa de Belo Horizonte veio a Austin para mostrar uma nova linha de negócios que tem poucos bits mas muitos átomos: a construção de casas pré-fabricadas. Leandro Araújo, um dos fundadores da Hometeka, diz que o sistema modular desenvolvido pela empresa permite que as casas sejam entregues pré-montadas em cerca de um mês e meio.

A ideia é que o cliente personalize o projeto no site – escolhendo módulos de sala, quartos, cozinha e assim por diante — e a casa é entregue completa, incluindo as partes hidráulica e elétrica. Uma casa de 81 metros quadrados custa 175 000 reais, excluindo a fundação e o frete. O produto foi lançado há seis meses e, até agora, foram vendidas três, diz Araújo.

Biosoftness

A promessa da Biosoftness é trocar o desodorante por um novo tipo de amaciante de roupas. Ou quase isso, diz João Jönk, um adolescente de 19 anos que fundou a startup. A família de Jönk tem uma empresa do ramo têxtil – a HJ Tinturaria, uma das maiores tinturarias industriais da América Latina –, e Jönk decidiu entrar no negócio pelo lado da tecnologia.

A BioSoftness aplica ao amaciante nanopartículas desenvolvidas pela catarinense Nanovetores, cujos produtos são usados pela indústria de cosméticos. As nanocápsulas são impregnadas no tecido durante a lavagem e ativadas pelas enzimas do corpo presentes no suor. Elas contêm extratos de plantas antimicrobiais, que impedem a proliferação de bactérias. “As nanopartículas duram dois dias. Estou usando esta camiseta há três sem problema algum”, diz Jönk.

Confira reportagem na integra acessando link abaixo.

Author: Sergio Teixeira Jr Source Exame.com